Gazeta de Muriaé
  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
Nesta quarta-feira (28), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, em
Cataguases, uma jovem de 23 anos, suspeita de cometer estelionato. 
Investigações apontam que ela utilizava a rede mundial de computadores 
para praticar o crime, por meio do site OLX. Desde o ano de 2013, ela 
realizaria a venda fictícia de aparelhos celulares a preço convidativo.
Conforme informações do titular da 27ª Delegacia de Polícia Civil em 
Cataguases, Delegado Marcelo Manna, as apurações foram iniciadas após o 
recebimento do expediente oriundo da Polícia Civil de Mato Grosso do 
Sul, relatando que uma mulher teria sido vítima do golpe na cidade de 
Campo Grande, após efetuar a compra de um aparelho celular no valor de 
R$ 500. A vítima chegou a depositar a quantia na conta bancária da 
suspeita, porém o aparelho não foi enviado.

Outro inquérito policial foi instaurado também para apurar o mesmo golpe 
aplicado pela investigada em um morador da cidade de Santo Antônio de 
Pádua (RJ). A vítima também teria feito um depósito no valor de R$ 500 
como parte do pagamento referente à compra de um aparelho celular que 
teria sido anunciado pela suspeita, no entanto, a mercadoria não foi 
entregue.

Segundo o Delegado, os dois inquéritos policiais foram concluídos e nos 
dois casos houve a representação pela prisão preventiva da suspeita, que 
foi deferida. "Visando preservar a ordem pública, tendo em vista que a 
sua liberdade possibilitaria a reiteração criminosa, pois, segundo 
comprovado nas investigações, ela aplicou vários golpes em desfavor de 
diversas vítimas, em vários estados da Federação, tais como Minas 
Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso, ao 
utilizar o mesmo modus operandi, o que leva a crer que faz do crime seu 
meio de vida", explicou o Delegado Marcelo.

Os inquéritos policiais instaurados para apurar os golpes aplicados 
contra essas outras vítimas serão concluídos nos próximos dias e 
encaminhados à Justiça Criminal, também com novos pedidos de prisão 
preventiva.

Comentários nesse artigo



Gazeta de Muriaé
HPMAIS